É isso, meus amigos. Eu pergunto a vocês, pergunto à torcida do Palmeiras: será que hoje tem alguma aparição da Leila nas redes sociais? Será que vai aparecer alguém da diretoria para dar explicações? Futebol é entretenimento, dizem… mas será que eles aparecem quando o jogo não é vitória fácil?
E a coletiva do Abel, como será? Dando as mesmas desculpas de sempre? Vai explicar os erros ou vai surgir daquele jeito já conhecido, exalando arrogância? A verdade é simples: o Palmeiras virou um palanque de palhaçõs. Um circo completo. E o detalhe mais doloroso é que os palhaços somos nós, torcedores do nosso verdão.
Coletiva do Abel na íntegra.
O Contexto do Jogo
Palmeiras e Atlético Mineiro empataram em 2 a 2 na Arena MRV, na estreia do Campeonato Brasileiro. E vale reforçar: o campeonato já começou valendo. Não existe essa de “é só janeiro”. É Brasileiro, e cada ponto importa.
O problema não foi apenas o resultado. Foi o como aconteceu, foi o desempenho do time, as falhas individuais.
Um Sistema Defensivo Alarmante
Defensivamente, o Palmeiras é um desastre. Um time completamente desorganizado, vulnerável e sem comando. Ofensivamente, vive de lampejos e sorte. Hoje, sinceramente, era um jogo para sair derrotado — e só não saiu por detalhes.
E aqui vai o aviso: isso vai se repetir ao longo do ano inteiro. Em 2026, o roteiro parece claro. Perdeu? Pressão total no treinador. Ganhou de um time fraco ou desorganizado? Vem o discurso de “melhor técnico da história” e “é início de temporada”.
A Estagnação do Trabalho

Não há evolução. Nenhuma.
O Palmeiras vive uma involução desde 2022, que foi o auge do trabalho do Abel Ferreira. De lá para cá, o time não apresenta novas ideias, não cresce coletivamente e não mostra evolução tática.
O título brasileiro de 2023 veio de forma atípica, quase entregue. E a pergunta que fica é: alguém realmente esperava algo diferente em 2026? Mesmo treinador, mesmos jogadores, mesma mentalidade. A chance de mudança era mínima.
Diretoria Lenta e Inoperante

O que esperar dessa diretoria? Qual a espectativa com relação a novas contrataçõe para fortalecer um banco recheados de jovens da base? Enquanto isso, a diretoria segue em ritmo de espera. Contratações necessárias ficam no “banho-maria”. Tudo é empurrado com a barriga.
Olhar para o banco de reservas do Palmeiras neste jogo é desesperador. Não há profundidade, não há alternativas reais. E a diretoria simplesmente não reage.
Análise Individual da Defesa
Gustavo Gómez
Até quando? Qual jogo isso deu certo? Capitão e líder, mas que muitas vezes abandona sua função. Sai para o ataque sem critério, deixa espaços enormes e expõe a defesa. Contra um time mais qualificado, isso teria resultado em gol.
Murilo
É difícil justificar sua presença em campo. Erros recorrentes, falhas graves e participação direta no gol sofrido. Vive fazendo besteira há muito tempo.
Piquerez
Cintura dura, previsível, longe do futebol que já apresentou. Há tempos não joga bem.
Kelvin
Defensivamente, um desastre completo. Mal posicionado, inseguro e ainda marcou um gol contra bizarro.
Carlos Miguel
Não dá para ser injusto, mas há um problema claro: goleiro muito alto sofre com bolas rasteiras. Chutes baixos, especialmente no meio, são um ponto fraco evidente. Isso já virou padrão.
Meio-Campo Desprotegido
Marlon Freitas e Andreas jogam praticamente sozinhos à frente de uma defesa frágil. O resultado é um meio-campo que não protege e também não cria. Uma peneira na frente de outra peneira.
Se esse modelo continuar, é possível cravar:
👉 O Palmeiras terá uma das defesas mais vazadas do Campeonato Brasileiro.
Um Ataque Sem Ideias
No ataque, o cenário não melhora.
Alan alterna bons momentos com longos períodos de desaparecimento. Sosa é extremamente limitado: recebe a bola e cruza, sem critério, sem inteligência tática. Flaco López fica isolado, mas ainda assim tenta ser uma referência.
O Palmeiras não constrói jogadas. Não triangula. Não trabalha a bola no chão. A orientação parece clara: pegou na lateral, cruza.
Os Gols e o Roteiro do Jogo
O Palmeiras abriu o placar em um escanteio, com Flaco López bem posicionado. E, como de costume, recuou imediatamente.
O empate veio após uma falha grotesca de Murilo, com a bola pipocando na área e finalização entre as pernas de Carlos Miguel.
No segundo tempo, o Atlético ainda teve um gol anulado por impedimento em lance extremamente ajustado, que gerou muita reclamação — com certa razão.
Depois disso, veio o cúmulo: cruzamento na área e Kelvin empurra contra o próprio gol. Um gol contra inacreditável.
O empate palmeirense só aconteceu graças à raça de Vitor Roque, que entrou como um verdadeiro touro, brigando por cada bola. Um gol estranho, mas salvador.
Conclusão: Um Futebol Pobre e Preocupante
O placar final de 2 a 2 resume bem o momento:
um futebol pobre, previsível e sem perspectiva de melhora.
Faltam reforços.
Falta esquema tático.
Falta posse de bola.
Falta construção.
Foi um jogo triste de assistir, salvo apenas pelo acaso chamado Vitor Roque. Se nada mudar, a temporada promete ser longa, sofrida e cheia de pressão.
É isso, meus amigos. 💚🐷
O Palmeiras hoje é um time que hoje está amplamente vivendo das glórias de um passado recente, onde era um time vitorioso. Sei que o jogo de hoje era dificil por ser fora de casa, mas o Atlético Mineiro já deu várias mostras que não é um time imbatível, saímos na frente e não tivemos a capacidade de nos manter com esse placar ao ponto de tomarmos uma virada e, mais uma vez, por sorte, um gol sobrenatural achado nos pés do Vitor Roque. Enquanto isso, o Palmeiras segue refém das idéias de Abel Ferreira que já não consegue fazer esse time jogar a muito tempo.










